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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Rosenbaum realiza seleção para o ″A Gente Transforma″

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Estudantes de arquitetura e design sabem que colocar a mão na massa é fundamental para a sua formação. E para aqueles que acreditam ser possível construir um mundo mais bacana para todos, viver uma experiência profissional capaz de transformar realidades é a chance de fazer muito mais do que um estágio. Se você se identificou com a ideia, tem até o dia 15 de janeiro para se inscrever no projeto A Gente Transforma, criado em 2010 pelo designer Marcelo Rosenbaum. A missão é transformar problemas sociais em oportunidades de desenvolvimento econômico, social e acadêmico.

A GENTE TRANSFORMA NO PIAUÍ Neste ano, acontece a segunda edição do projeto, no povoado de Várzea Queimada, a 400 km da capital do Piauí, no coração do sertão brasileiro. Em fevereiro, os 15 estudantes universitários selecionados integrarão a equipe de Rosenbaum e designers convidados, e do arquiteto e urbanista Henrique Pinheiro. Junto à comunidade local, o grupo fará um trabalho direto nas casas do vilarejo, levando técnicas sustentáveis de saneamento básico e de conforto de moradia, e multiplicando os novos conhecimentos na região.

O artesanato, que já faz parte da realidade de Várzea Queimada, ganhará status de objeto de design com as ações de geração de renda. Designers com experiência no mercado internacional vão ajudar a produzir uma nova coleção que deve ser inserida no mercado e exposta numa feira de design em abril deste ano, em Milão.

PRÉ-REQUISITO: VONTADE DE TRANSFORMAR Estudantes de arquitetura, design, engenharia e serviço social interessados devem produzirum vídeo de até 3 minutosrespondendo as seguintes perguntas: Quem é você?O que você faz? Qual é a sua definição da palavra "comunidade"? E, além disso, escrever umtexto de até 30 linhasexplicando o que você faria, através do design sustentável, para requalificar a vida das pessoas que vivem na comunidade de Várzea Queimada. Os critérios de seleção serão pró-atividade e conhecimento de técnicas sustentáveis.

Com tudo pronto, basta enviar o link no Youtube do vídeo que você produziu e o texto por e-mail. Lembrando que a data-limite para fazer a inscrição é dia 15 de janeiro. O projeto arcará com os custos de transporte, hospedagem e alimentação durante a semana de trabalho no Piauí, de 1º a 15 de fevereiro.

Para saber mais, acesse o site do A Gente Transforma.

Bunker Roy: Aprendendo com um movimento de pés-descalços

Recebi o link, para um vídeo, de um amigo e penso que muitos de vocês podem se interessar, é uma postura de vida com o verdadeiro conhecimento onde e cita inclusive a arquitetura... vale assistir.






terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Habitação Modular tem 64 combinações diferentes

O designer italiano Gabriel Aramu criou 64 formas diferentes de montar uma habitação modular temporária. Chamado de Sliding Hubs, o sistema pré-fabricado foi construído a partir de caixas modulares que podem servir como abrigos temporários para pequenos espaços urbanos.
Facilmente transportado e instalado em praticamente qualquer ambiente, o sistema foi projetado para oferecer flexibilidade à habitação. Cada caixa quadrada tem estabilidade estrutural, acabamentos interiores, espaço para utilitários na parede, isolamento e uma tela de chuva do lado de fora.
As caixas podem ser combinadas, empilhadas juntas e até se separarem para criar claraboias no teto. Equipado com porta e janelas, que permitem a entrada da luz natural, a habitação modular pode ser utilizada como estúdio, escritório, apartamento, casa ou até mesmo um abrigo de última hora, temporário ou permanente.
Os módulos são feitos de materiais de alta qualidade, o que assegura maior durabilidade. OSliding Hubs poderia facilmente se encaixar no contexto de um ambiente urbano, mas também pode ser usado como alojamento temporário.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Brasil é o 4º país que mais investe em edifícios verdes

Compartilhando:


O Brasil está em quarto lugar entre 120 países com maior número de empreendimentos que podem receber o Selo Verde, nome pelo qual é conhecido o Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), um protocolo de avaliação e certificação internacional de edifícios ecologicamente sustentáveis. Mesmo assim, apenas 1% do que é construído no país se encaixa no conceito de sustentabilidade ambiental.
De acordo com o gerente de Relações Institucionais e Governamentais da Green Building Council (GBC) Brasil, Felipe Faria, o país está à frente de nações como Canadá e Índia em número de certificados verdes e a demanda de mercado por construções sustentáveis não para de crescer. Mas os desafios nessa área ainda são grandes, segundo Fábio, sobretudo devido ao preconceito e à falta de informação.
“Os custos operacionais da edificação são baixos e, para os governos, é muito mais fácil investir em eficiência energética do que em aumento de produção de energia. Muitos ainda acham que os custos são maiores, mas, em muitos casos, sai mais barato investir em projetos verdes. Investir em eficiência energética e uso racional de água vale muito a pena”.
O executivo da GBC Brasil participou ontem (12) do 13º Encontro de Energia do Rio de Janeiro (Enerj) e falou sobre as vantagens de investir em edifícios verdes e a situação do Brasil nesse setor. Ele destacou o avanço das indústrias de materiais de construção, que estão investindo muito e rapidamente em produtos de baixo impacto ambiental. “São produtos que não existiam há cinco ou seis anos, como tintas e vernizes com baixos compostos orgânicos voláteis, ligas de alumínio com 80% de reciclagem, enfim, produtos que hoje são padrão. Hoje não falta tecnologia, o importante é ter bons projetos”.
No Rio de Janeiro, o aumento do número de empreendimentos com eficiência energética e baixo impacto ambiental está associado a incentivos fiscais e leis municipais. De acordo com o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro, Jorge Luiz Arraes, até o momento, mais de 160 mil metros quadrados (m²) de projetos ambientalmente sustentáveis já foram aprovados na região portuária, que passa por um processo de revitalização para a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016.
“São entre 13 e 15 prédios que estão seguindo todas as regras urbanísticas e ambientais da prefeitura. A legislação obriga que novos empreendimentos na área portuária obedeçam a parâmetros específicos como economia de consumo de água e reaproveitamento da água da chuva, uso de aquecimento solar, acesso facilitado para bicicletas, materiais com certificação ambiental, entre outros”.
Os empreendimentos fazem parte do projeto Porto Maravilha, da prefeitura, que abrange 5 milhões de m² de uma das áreas mais degradadas do centro da cidade, que é a zona portuária. Além de diversas intervenções sociais e ambientais, o projeto prevê o plantio de 15 mil árvores e a ampliação da área verde, que hoje ocupa apenas 2,5% da região, para 10%.

via Eco Planet  .

domingo, 11 de dezembro de 2011

Casas reais com embalagens não perecíveis da Unicef - Greenstyle


A interessante iniciativa da empresa Psychic Factory em parceria com a Unicef consiste emembalagens não perecíveis para água e também alimentos na forma de blocos inspirados em peças de Lego.
Esses blocos ainda podem ser utilizados na construção de casas temporárias reais. Segundo notícia divulgada no site EcoDesenvolvimento, a proposta é reutilizar as embalagens ocas, que se transformam em blocos fáceis de montar, preenchendo-as com terra ou areia.
A principal ideia dos criadores seria que esses blocos ocos transportassem comida e água nos dois compartimentos, que seriam distribuídos em casos de emergência, ajudando populações prejudicadas por catástrofes naturais. Batizado Tijolo Unicef, é feito deembalagens não perecíveis e ainda está em fase de testes, mas os criadores acreditam que ele poderá ser fabricado e muito em breve estará no mercado.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aproveite seu pão francês, ele pode ser um dos últimos



Que tristeza!!!!!! Quero comer pão todo dia agora... Não é uma delícia???!?!?!?!



Uma pesquisa feita pela revista Science, diz que o aquecimento global pode acabar com um dos alimentos mais consumidos no país, o pão francês.

Segundo a pesquisa, as mudanças climáticas afetam diretamente a produção mundial de trigo (já está 5,5 % menor que o esperado sem a alta dos termômetros e isso deve piorar cada vez mais).

Perceba que, infelizmente, a coisa é bem pior que a falta só de pão. Ela pode atingir todos produtos feitos com trigo! O glúten, existente em muitos outros alimentos, é rico no trigo.

Os cientistas alertam que, por enquanto, a produção não está sendo tão prejudicada. Mas na medida que o aquecimento global acelera, mais complicada vai ficar a situação dos pães (e pizzas!).

Agora é a hora de você mostrar essa notícia para todos seus conhecidos que ainda relutam em tomar atitudes sustentáveis. Sério, eu não quero ficar sem meus pães!

Eco4planet via e-mail



domingo, 15 de maio de 2011

Estádio mais sustentável do mundo estará no Brasil



http://noticias.vivareal.com.br/wp-content/uploads/2011/02/brasiliaestadio.jpg


O Brasil passa por um momento muito importante em se tratando de construção civil, especulação imobiliária e turismo. Os eventos internacionais que acontecerão por aqui nos próximos anos estão movimentando o mercado e fazendo com que idéias inovadoras e com foco no futuro saiam do papel.

Exemplo destes projetos inovadores é o Estádio Nacional de Brasília, que receberá a responsabilidade de ser o estádio mais sustentável do mundo. O projeto está sendo construído com foco em receber o Leed Platinum – nível máximo de exigência de padrões de sustentabilidade que são ditados pelo GBC (Greenbuilding Council).

Segundo coordenadores do projeto, gastos com água, ar condicionado, ventilação e iluminação irão colaborar para que o estádio se mantenha com menor custo futuramente.

O projeto sustentável não pretende trazer mais gastos para a construção do estádio, apenas 5% do orçamento total será voltado para o projeto de sustentabilidade, que também prevê que com esta iniciativa o Brasil torne-se exemplo de construção sustentável e com foco no bem estar do meio ambiente.

Essa Copa ainda vai dar o que falar!


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWeIeYT9TAVEPsaHhN4nXrMZDEwobCJJmP5wwIXtrVlrWGDIPEV9nWlkH8e2dd7Dv1l7VbQ3mPV_As-ATM-GGCk92yUcEuOp_uX1Bi8qDs4bsZSx3lr1BfNIqRKPBaUIaBN18LpGJoNXkJ/s1600/est-brasilia-mane-garrincha.jpg

Fonte: http://noticias.vivareal.com.br


via e-mail ProjetandoIdeias


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bottle School: Escolas feitas de garrafas PET



Illac Diaz é um filipino que não gosta da falta de escolas em algumas províncias do seu país, então ele pensou num jeito fácil e barato de construir locais para as crianças terem acesso a informação. Foi assim que ele fundou o Bottle School.

Utilizando garrafas PET usadas, o Bottle School pretende construir escolas por todos os locais onde uma unidade seja necessária. A primeira, em San Pablo, já está pronta.

As garrafas que vão na parede são preenchidas com adobe líquido, uma mistura de terra crua, água e fibras naturais, para dar a consistência. Diaz diz que esse material ainda é três vezes mais forte que cimento.

O projeto teve ajuda da My Shelter Foundation (Fundação Meu Abrigo) que fez uma corrida beneficente para coletar garrafas para a obra. Além, claro, de voluntários que ajudaram na construção erguida no terreno doado pelo governo local.


By eco4planet.com via e-mail


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A melhor resposta para a pergunta: e o bambu?


O bambu a gente usa pra fazer escolas! Pelo menos em Bali, Indonésia, isso se tornou possível graças aos designers-ambientalistas John Hardy e Cynthia Hardy. Com a criação, a dupla quer dar exemplo para a vizinhança e mesmo para a comunidade internacional sobre como é possível viver apoiado na sustentabilidade.

Na instituição, afiliada à Fundação Meranggi e a PT Bambu, as crianças começam seus estudos ambientais, aprendendo a construir com bambu. Plantar, colher, cozinhar o arroz, e assim aprendem de onde vem os alimentos e como cultivá-los. Também estudam música e artes plásticas.

O prédio em si é uma maravilha arquitetônica, possivelmente a maior estrutura de bambu do mundo. Construído a mão por carpinteiros em duas espirais, a escola levou apenas três meses para ficar pronta, segundo informa o GreenProphet.

As salas de aula não tem paredes então a brisa passa livremente. Quando chove, os funcionários e as crianças cobrem o telhado com uma bolha feita de bambu e de borracha natural.

Estão no currículo da escola temas como ecologia, meio ambiente e artes. Assim, o foco é tornar os pequenos alunos de Bali e de outros países, verdadeiros líderes em sustentabilidade.

Para complementar a vocação ecológica do empreendimento, a escola usa energia obtida por painéis solares e dois vórtices de água, que geram 8.000 watts de eletricidade. As calçadas são feitas de pedras vulcânica retiradas a mão – sem asfalto ou petroquímica.

eco4planet

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cimento transparente ajuda a economizar energia


A Shangai World Expo 2010 acabou há algum tempo, mas só agora algumas das coisas mais bacanas apresentadas lá começaram a aparecer.

O cimento transparente, por exemplo, é uma invenção do grupo italiano Italcementi e foi usado para construir o pavilhão do país na China durante a exibição.

O novo material vem sendo pesquisado desde junho de 2008. Batizado de i.light, ele é um uma união de resinas especiais que, ao serem misturadas no cimento comum, resultam em um material sólido, porém semi transparente. A mistura não causa rachaduras na obra e permite uma bela economia de luz.

Bacana, né?

[Via Info]

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Empire State Building utilizará 100% de energia renovável

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A medida pretende poupar as emissões relativas ao plantio de 150 mil árvores / Foto: Casey Kelley

O famoso Empire State Building anunciou outra medida para reduzir seus impactos ambientais. Depois de lançar um grande projeto para adequá-lo aos princípios da eficiência energética em 2009, o arranha-céu informou na quinta-feira, 6 de janeiro, que todo seu consumo de eletricidade virá de fontes eólicas, poupando a atmosfera da emissão de 45 mil toneladas de dióxido de carbono todos os anos.

A energia será fornecida pela empresa Green Mountain Energy, que enviará 55 milhões de kwh anuais de energia renovável, o suficiente para cobrir todo o consumo do prédio de 102 andares.

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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Soluções Ecológicas


Madeira Plástica Wisewood

O que é madeira plástica?

Madeira plástica, um material semelhante à madeira, porém com diversas vantagens. A madeira plástica é uma mistura dos mais diversos plásticos (PEAD, PEBD, PP, PS) e fibras naturais. Visualmente a madeira plástica é idêntica à madeira convencional, porém tecnicamente existem muitas vantagens, como alta durabilidade, menores custos com manutenções e pode ser reciclado. O melhor de tudo isso é que esta madeira é feita através de materiais recicláveis, evita que plásticos sejam acumulados em Lixões e Aterros. Além disso, contribui de forma direta para com nossas florestas.

Preservar o meio ambiente é o nosso negócio

Os primeiros ensaios tecnológicos visando à utilização do plástico reciclável em perfis para substituir a madeira natural aconteceram nos EUA na década de noventa. Esses materiais foram denominados madeira plástica reciclada (RPL), oriunda do inglês (recycled plastic lumber).

A Madeira Plástica é um produto composto de matéria-prima totalmente proveniente do lixo plástico reciclado, além de não conter nenhuma substância tóxica, das encontradas na madeira tratada, é ecologicamente correta por duas vezes: evita o desmatamento e pode ser novamente reciclada. A madeira plástica é um produto moderno resultado de uma alta tecnologia industrial e totalmente sustentável.

No setor madeiras e mobiliário a Wisewood desenvolvem processos de fabricação de placas multicamadas com interior de baixa densidade e termo formados que revolucionam a indústria do mobiliário em custos, qualidade e tecnologia, representando ainda um ganho de produtividade de 55% sobre os processos atuais utilizado com a madeira natural.

Onde Aplicar?

  • Decks e piers;
  • Revestimentos;
  • Mobiliário interno e externo;
  • Pergolados, gazebos e caxepós para paisagistas.

Específicações Técnicas

  • Composição:
    • Polímeros reciclados (principalmente PP e PE);
  • Comercialização:
    • Em forma de perfis de 100x25mm, 90x90mm e 100x8mm;
  • Cores:
    • Eucalipto, Amendoim, Champanhe, Pau Brasil, Maçaranduba, Tabaco e Ébano;
  • Características sensoriais:
    • Fosco, opaco, poroso (textura similar à de madeira);
  • Características técnicas:
    • Impermeável e imune a pragas. Alta durabilidade (50 anos). Resistência à intempéries (maresia, sol e chuva);
  • Processabilidade:
    • Podem ser trabalhadas com as ferramentas que são utilizadas em marcenarias. Pode ser cortada, serrada (bancada ou disco), pregada, aparafusada e fixada com encaixe e cola.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

EcoTelhado

EcoTelhado: uma opção para todas as estações

Redução na troca de calor entre ambientes faz com que este projeto arquitetônico possa ser implantado em qualquer cidade do país

As conhecidas mudanças de clima entre o Norte e o Sul do Brasil diferenciam cotidiano, vestuário, alimentação e até a Arquitetura das cidades. O conceito de sustentabilidade, porém, faz com que um novo olhar seja incluído nos atuais projetos de Arquitetura mundial, fazendo com que alguns possam ser adaptados aos mais variados espaços e climas. É o caso do EcoTelhado, um dos destaques do Solarium Sustentável, apresentado na Casa Cor Paraná 2010.

Projetado pelos arquitetos Tobias Bonk Machado e Tetê Gomes, o Solarium Sustentável é um espaço onde 100% do material utilizado segue normas rígidas de controle ambiental. “Todos os materiais foram pensados em seu processo sustentável”, conta Tobias. “Desde a argamassa, o piso, a tinta, a madeira, os móveis, a iluminação, a decoração. Tudo foi adaptado para um cotidiano ‘verde’, de reaproveitamento e respeito com o meio ambiente.”

Entre os destaques sustentáveis apresentados pelo Solariumestá o EcoTelhado ou Telhado Verde. Basicamente composto por mudas de plantas, divididas em módulos – aplicados sobre prático sistema de drenagem e impermeabilização, o EcoTelhado pode ser implantado em casas, apartamentos, empresas, hotéis, bares e restaurantes. “Ele possui a função de um isolante térmico, pois reduz a troca de calor entre os ambientes externo e interno, resultando em um espaço com clima sempre agradável, independente da estação do ano ou da localização da cidade, urbana ou rural”, explica Tobias.

Sustentabilidade em cada detalhe

Conheça alguns dos detalhes que transformam este Solariumem um ambiente ecologicamente correto:

*EcoTelhado – pode ser adaptado a qualquer ambiente, cidade ou clima. Para isso, são substituídas as espécies de plantas que formam o telhado, adaptadas ao clima da região. Em Curitiba, foram usadas mudas de aspargos.

*Materiais – na aquisição da matéria prima e da manufatura foram buscadas empresas locais. Todos os materiais são passíveis de reaproveitamento, com fácil desmonte.

*Tinta a base de terra – com cores que variam entre o preto e o branco, esta tinta especial é menos agressiva ao meio ambiente e aos profissionais. Ela permite uma melhor “respiração” das paredes, evitando que elas mofem ou desbotem.

*Madeira – toda de origem legal, resultante do reflorestamento ou reaproveitamento.

*Móveis – todos produzidos com madeira de demolição.

*Piso – composto de sobras ou pedaços de granito e mármore.

*Horta suspensa – criada com plantas ou temperos, que têm a irrigação feita por gotejamento – a qual utiliza garrafas pet; é também um elemento da decoração.

*Decoração – produzida com o reaproveitamento de chapas de ferro e aço, caixas de papelão e jornais (resultado do trabalho de pessoas em situação de exclusão social - Oficina de Artes Boracea - SP). Cachepôs (vasos) feitos de madeira de demolição receberam árvores frutíferas, inclusive produzindo.

*Iluminação – utiliza a tecnologia denominada Led (Diodo Emissor de Luz), um elemento com ótima eficiência, durabilidade e economia; também utilizado nas velas que decoram oSolarium.

*Resíduos – todo o resíduo resultante da exposição seguirá para reciclagem.

*Mirante de Contemplação – um espaço dedicado para contemplar a natureza que cerca a Casa Cor Paraná 2010. O intuito é proporcionar uma reflexão aos visitantes, que talvez não vejam paisagens como essa no futuro.

*Comunicação Visual – presente em todo o ambiente; expõe e traduz itens de sustentabilidade aplicados no projeto.

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:
Mauren Lucrecia
Jornalista – MTB/PR 5086
(41)9966-1001 / (41)9663-8588 / (41) 8505-6016

maurenjor@hotmail.com
/ mauren@pautasjp.com

Disponível em: http://www.tecto.com.br

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