segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bottle School: Escolas feitas de garrafas PET



Illac Diaz é um filipino que não gosta da falta de escolas em algumas províncias do seu país, então ele pensou num jeito fácil e barato de construir locais para as crianças terem acesso a informação. Foi assim que ele fundou o Bottle School.

Utilizando garrafas PET usadas, o Bottle School pretende construir escolas por todos os locais onde uma unidade seja necessária. A primeira, em San Pablo, já está pronta.

As garrafas que vão na parede são preenchidas com adobe líquido, uma mistura de terra crua, água e fibras naturais, para dar a consistência. Diaz diz que esse material ainda é três vezes mais forte que cimento.

O projeto teve ajuda da My Shelter Foundation (Fundação Meu Abrigo) que fez uma corrida beneficente para coletar garrafas para a obra. Além, claro, de voluntários que ajudaram na construção erguida no terreno doado pelo governo local.


By eco4planet.com via e-mail


A Vida é um Sopro





Link para o Torrent.
Link direto para o Megaupload.

(Se quiser pode pegar comigo com "pen drive")


Sinopse

A vida e obra de Oscar Niemeyer, um dos principais arquitetos brasileiros do século XX. É mostrado como Niemeyer revolucionou a Arquitetura Moderna com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de uso do concreto armado, além de seus pensamentos sobre a vida e o ideal de uma sociedade mais justa.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Apostila de Geometria

A apostila para a Disciplina de Geometria pode ser baixada no link apostila.

Vai aparecer esta página (figura a seguir), não importa o "error" que aparece, você deve clicar na seta verde (lá embaixo) onde está download.

Aparece o "error" porque não abre on line, vai baixar em PDF.

O nome da apostila é Desenho 1 mesmo, pois é o conteúdo de Desenho 1 das Engenharias...

Biblioteca Digital Mundial



Aí crianças, mais uma biblioteca virtual para pesquisar:

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos e

explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas as

bibliotecas do planeta.

Passa por lá e guarda o link: http://www.wdl.org/pt/



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Início das aulas



Ei povo!

Esqueci de postar:

AS AULAS COMEÇARAM!

Vamos trabalhar criançada!!!!!!!


terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Detalhes em Arquitetura - Primeira obra da Coleção AsBEA


O livro Detalhes em Arquitetura, produzido pela AsBEA através da Editora JJ Carol, será oficialmente lançado no próximo dia 10 de fevereiro, a partir das 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.

Produzido pela AsBEA e organizado pela J.J.Carol Editora, Detalhes em Arquitetura homenageia e valoriza o trabalho dos profissionais que projetam em detalhes as cidades, os parques e jardins, os prédios e os ambientes que fazem o dia a dia das pessoas. Detalhes em Arquitetura é a primeira obra da Coleção AsBEA.
Conforme questiona no prefácio do livro o presidente da AsBEA, Ronaldo Rezende, "milhares de pessoas circulam pelos bairros e ruas e a pergunta é a mesma: será que conseguem observar os detalhes que foram criados pelos arquitetos ao projetar os prédios que, inevitavelmente, impactam no dia a dia corrido de todos?"
"São efeitos de luz e sombra, planos diversos, cores e formas, jardins, luzes, materiais que se fundem ao edifício e pintam a cidade no espectáculo secular da arquitetura", continua o presidente da AsBEA, para concluir:
"Pois foi pensando nesse trabalho, muitas vezes desconsiderado e desvalorizado, e nas pessoas que observam, ou não, os inúmeros detalhes que compõem as obras de áreas construídas, que resolvemos editar Detalhes em Arquitetura".

Quem quiser adquirir a obra deve entrar em contato com a AsBEA, pelo telefone 11.3168.4982.

Após São Paulo, a obra terá lançamento também nas Regionais.

TOME NOTA:
Lançamento do livro
Detalhes em Arquitetura
Data: 10 de fevereiro de 2011
Horário: das 18h30 ÀS 21h30
Local: Livraria Cultura - Loja de Artes - Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 - Fone: (11) 3170-4033
O associado AsBEA pode adquirir o livro na entidade pelo preço de R$ 50.
Na noite do lançamento, o livro será comercializado pela Livraria Cultura, ao preço de R$ 100.


AsBEA via e-mail

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Uma vida em sol maior: lembranças, histórias e peripécias de Geny Marcondes



Uma vida em sol maior: lembranças, histórias e peripécias de Geny Marcondes - Universidade de Taubaté, Taubaté (SP)

Francisco de Assis

Resumo


Trata-se da biografia da musicista, artista plástica e escritora, Geny Marcondes. Nascida em Taubaté (SP), em 1916, Geny começou estudar piano aos seis anos e, aos 11, já se apresentava nas exibições do cinema mudo. Mudou-se para a Capital paulista, nos anos 1930, onde se formou pelo Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Foi aluna de grandes nomes da música, como como Mário de Andrade, Madalena Tagliaferro e Hans Joachim Koellreutter – com quem se casou posteriormente. No Rio de Janeiro, onde residiu por vários anos, tornou-se diretora do setor infanto-juvenil da Rádio MEC e integrou o grupo Música Viva. Na década 1960, marca a história da MPB ao se tornar a primeira mulher a fazer arranjos no Brasil, para um disco da cantora Nara Leão. Entre as músicas do LP, está “A Banda”, conhecida composição de Chico Buarque, que posteriormente venceu o 2° Festival da Música Popular Brasileira, promovido pela TV Record, em 1966. Nos anos que se seguiram, abandonou a música e passou a dedicar-se à pintura e à literatura.

Texto Completo: PDF

Memórias de uma senhora artista de Taubaté


Chico Buarque, um quase estreante, ainda não conhecido do grande público, inscreveu uma marchinha de estrutura simples, aparentemente singela - A Banda -, no festival da canção da TV Record de 1966. Iria cantá-la em duo com Nara Leão, que já havia gravado músicas suas. A direção do festival apostava na marchinha - um aparente contraponto às canções de protesto típicas da época. Mas o diretor do festival, Solano Ribeiro, não gostou do arranjo que Geny Marcondes bolou para a música. A arranjadora chamou o flautista Altamiro Carrilho e montou uma bandinha de coreto. "Se você aparecer com essa bandinha, vai ser vaiado", teria dito Solano a Chico Buarque. Geny insistiu, e o autor gostava do arranjo. Chegou-se a uma solução conciliatória: Chico cantava a primeira parte, sozinho, acompanhado pelo violão; depois, entrava Nara, e, aí sim, atacava a fanfarra. E quando a fanfarra atacava é que vinham os aplausos delirantes do público - como se pode ouvir na gravação, ao vivo, da apresentação da música no festival. Bem, A Banda dividiu o primeiro lugar com uma música "de protesto", a toada Disparada, melodia de Théo de Barros com versos de Geraldo Vandré. Certamente o resultado teria sido o mesmo sem a bandinha do Altamiro. Mas o episódio é demonstrativo da força de personalidade daquela arranjadora - única mulher a operar no time dos grandes orquestradores da época, como Léo Peracchi, Radamés Gnatalli, Lyrio Panicalli entre eles. Coragem, quando nada, porque banda associa-se tanto a coreto do interior quanto à caserna.Vivia-se o terceiro ano do regime militar instaurado pelo golpe de 1964 e a música popular era a arte que ecoava a insatisfação da intelectualidade com o estado das coisas.

Teimosia - Um ano antes, ela já tinha dado prova da teimosia. O show Opinião, com Nara Leão, João do Vale e Zé Kéti, havia estreado em 1964 e era o grande sucesso do teatro dito participante - o teatro político, de crítica social. Nara ficou afônica. Quem poderia substituí-la? Provisoriamente, entrou Suzana de Moraes, filha de Vinicius. Glauber Rocha lembrou de uma baianinha desconhecida, certa Maria Bethânia Vianna Teles Veloso. Na estréia de Bethânia, a imprensa estava lá, para conferir a eficácia da desconhecida. A diretoria do Teatro Opinião não gostou. Augusto Boal, diretor do espetáculo, não gostou. Da cúpula, só duas pessoas defenderam Bethânia: o diretor João das Neves e Geny Marcondes.

Bateram pé. Conseguiram que Bethânia ficasse. "Naquela noite, creio, nasceu nossa parceria", conta João das Neves. Geny assumiu a direção musical do Opinião. Geny seria compositora, diretora musical ou orquestradora e arranjadora de três montagens célebres de João - Jornada de um Imbecil até o Entendimento, de Plínio Marcos, Antígona, de Sófocles, e Panorama Visto da Ponte, de Ademar Conrado. Foi, aliás, Geny quem apresentou a João das Neves um músico mineiro recém-chegado ao Rio, um cantor impressionante, compositor originalíssimo - um certo Milton Nascimento. Ela fez, também, os arranjos do disco Manhã de Liberdade, de Nara Leão, lançado em 1966.

Mas, ao que parece, a música cênica era seu dom especial. "Uma pioneira, uma constante e irrequieta inovadora e uma lutadora sem medo de se expor; uma mulher (ah, as mulheres e seu desassombro!) capaz de enfrentar a incompreensão dos críticos de então e de ganhá-los para suas teses" - dela diz João das Neves. Mas não foi só com ele que ela trabalhou. Na verdade, nos anos 60 e nos 70, Geny foi diretora musical de várias das mais importantes montagens teatrais do País. Para algumas escreveu músicas, fez arranjos e orquestrações; para outras, fez só os arranjos e orquestrações. Alguns exemplos: Revolução na América do Sul, de Augusto Boal, direção de José Renato para o Teatro de Arena; Guerras do Alecrim e da Manjerona, de A.J. da Silva, direção de Gianni Ratto; Os Amores de D.

Pirlimpimpim com Belinda em Seu Jardim, de García Lorca, direção de Ivan de Alburquerque e Rubens Corrêa; A Mandrágora, de Maquiavel, e A Lei e a Pena, de Ariano Suassuna, direção de Luís Mendonça; O Noviço, de Martins Pena, direção de Dulcina de Morais; O Círculo de Giz Caucasiano, de Brecht, direção de José Renato; A Barca do Inferno, de Gil Vicente, direção de Gianni Ratto; Pigmaleoa, de Millôr Fernandes, direção de Ivan de Albuquerque. Lobato - Geny Marcondes estreou no ofício de fazer música para teatro nos anos 40, em Taubaté, no Vale do Paraíba, sua cidade natal. Montou uma opereta baseada no Sítio do Pica-Pau Amarelo, do conterrâneo Monteiro Lobato. Teve a oportunidade de mostar para ele, anos depois, a peça. Lobato gostou tanto que decidiu que a opereta seria montada na inauguração da biblioteca infanto-juvenil que seria instalada na nova Biblioteca Municipal da capital paulista. Nasceu Jenny Marcondes, no dia 5 de maio de 1916. Estudou piano e teoria musical no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, e no Instituto Musical estudou canto orfeônico. Foi aluna de piano de Magdalena Tagliaferro, de harmonia funcional e contraponto de Hans Joachim Koellreutter - com quem se casaria -, de orquestração de Guerra Peixe. Em Veneza, estudou direção de orquestra com Hermann Scherchern - este foi apenas um de seus cursos internacionais.

Casada com Koellreutter, nos anos 40, mudou-se para o Rio. Em 1943, tornou-se diretora do setor infanto-juvenil da Rádio MEC (um programa em que atuava certa Arlete Pinheiro, mais tarde conhecida como Fernanda Montenegro). Fez programas musicais infantis na extinta TV Rio, chegou ao teatro e ao cinema - fez, por exemplo, música e direção musical para Marcelo Zona Sul, de Xavier de Oliveira. Ao longo dos anos 40 e 50, participou, como pianista, do Grupo Música Viva, integrado pelos músicos da vanguarda da época - Guerra Peixe, Camargo Guarnieri e Edino Krieger entre eles. Diz Edino Krieger da pianista Geny: "Ela representava um ponto de apoio, um fator de segurança. Pianista de amplos recursos, promovia sempre uma leitura perfeita das obras a ela confiadas, que sua sensibilidade e sua musicalidade epidérmica e, no entanto, profunda, se incumbiam de transformar em momentos privilegiados de relização musical." Ah, sim, e, adolescente, animou, com seu piano, filmes mudos primeiro no cinema Odeon, de Taubaté, depois em cinemas de várias outras ciadades. E também dirigiu shows de Clementina de Jesus, Baden Powell, escreveu música para balé - e assim por diante. No entanto, nos anos 80, deixou a música em segundo plano. Foi depois que criou um curso multimídia chamado Ver/Ouvir, um panorama comparativo das artes. Mudou-se para Teresópolis. Uma chuva de verão derrubou sua casa e destruiu centenas de partituras.

Desde o fim dos anos 80, Geny mora, outra vez, em Taubaté. Dá cursos de artes plásticas e música, escreve poesia (publicou, em 1988, Romãs no Inverno, pela Massao Ohno) e compõe. "Quando escolho um tema para trabalhar, na música ou na pintura, quero esgotá-lo", diz, feliz, em seu jardim, onde o tempo, parece, não se esgota.

O Estado de S.Paulo - Mauro Dias - 2002 - disponivel em http://www.mariabethania.hpg.ig.com.br

Geny Marcondes faleceu em 30 de janeiro de 2011.


Á Mestra com carinho - Geny Marcondes


Na minha saidinha de hoje, parei para tomar um refresco na padaria e eis que vi um jornal que me deu um calafrio com a notícia:


Esta mulher tem uma história de vida fascinante..., mas o que realmente me comoveu foi o fato de perdê-la, ela ocupou um lugar muito importante na minha vida. Aprendi muito com ela, foi minha mestra de pintura e amiga querida, conversávamos muito durante as aulas em companhia da frondosa primavera que avistávamos da janela do atelier, uma pequena notável!, forte e determinada, sua idade não tirava dela essa determinação. No último dia 25, dia do aniversário de nascimento de minha falecida irmã, acompanhei minha mãe até o cemitério, passamos em frente da casa de D. Geny e falamos da necessidade de fazer-lhe uma visita... pois é, era realmente para fazermos, naquele momento!, mas não a fizemos...
Então agora, esteja onde estiver - eu penso que esteja num jardim onírico, com muitas cores, com exceção do azul celeste - cor que realmente ela pensava que deveria ficar fora da paleta..., pincelado de modo firme e expressivo - envio meu carinho amoroso e saudoso, com meu eterno agradecimento por ter dividido comigo toda a sua sabedoria.


Esta foto foi de uma exposição que fizemos no Rio de Janeiro em 96 - da esquerda para a direita: Tania, Geny e Eu, e o poster da exposição.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Designer cria mobília biodegradável

Sofá Catamarán de Emiliano Godoy / Foto: Divulgação

O designer industrial Emiliano Godoy é conhecido por trabalhar pensando na sustentabilidade. Foi nessa linha que o mexicano fez um sofá, uma lixeira e um biombo biodegradáveis.

As peças são feitas de madeira compensada e, na montagem, amarradas com cordas de algodão. Elas também são estáveis e adaptáveis a irregularidades no solo.

Biombo Piasa. As peças são ligadas com cordas de algodão / Foto: Divulgação

biombo piasa A parte sustentável é que, quando atingirem o final da sua vida útil, pode-se ou enterrar os móveis, que entrarão em um processo de decomposição, ou retirar as linhas de algodão e fazer um objeto completamente novo, de acordo com a imaginação de cada um.

Este é um modo diferente de reaproveitar a mobília que seria jogada em lixões se não fossem as duas opções.

Lixeira Beem. Os móveis podem ser enterrados ao término da vida útil / Foto: Divulgação

lixeira beem Godoy foi um dos designers eleitos da O2 Magazine dos “50 eco-campiães mais importantes da atualidade”.

Confira as outras peças de Godoy aqui. [EcoD]


sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Clássicos da Arquitetura: Cemitério de San Cataldo por Aldo Rossi

© Flickr: username guiba6

Aldo Rossi, arquiteto de Milão, é conhecido por seu trabalho intelectual, seus desenhos e obras de arquitetura. Seu desejo de criar construções que refletem seus pensamentos e teóricos sociais, é visto na maioria de suas obras, se não em todas. O cemitério de São Cataldo é uma de suas obras mais representativas e um exemplo claro disso.

Cortesia de madrid2008-09.blogspot.com

A terra sobre a qual construir o projeto, tinha sido anos atrás, a casa de um antigo cemitério pelo arquiteto César Costa. Esse cemitério foi construído em meados da década de 1800, deixando uma vasta gama esculpida à mão estátuas e lápides de pedra.

A passagem do tempo, os traços de morte, e a história que manteve o lugar de um século atrás, são transformados em caminho analógico Rosi introduzidas no projecto do cemitério, “The House of the Dead”.

Rossi acredita na representação de tipos, pois neles está contido muito do conhecimento de arquitetura através da história. (Suas idéias são melhor refletidas no livro “Arquitetura da Cidade”, 1966). A partir dessa idéia e em combinação com referências aos cemitérios judaicos na costa construído no século XIX, criou o projeto de San Cataldo, em colaboração com Gianni Braghieri, ganhou a competição em 1972.

© Flickr: username- olga s

Em 1976, a proposta foi analisada antes de iniciar a construção em 1978. O prédio laranja vívido, que é apenas uma parte das intenções originais já haviam sido construídas. Para este ano, Rossi sofre um acidente de carro, e depois de ser hospitalizado por um longo tempo, começa a teorizar sobre a estrutura do corpo.

Cortesía de madrid2008-09.blogspot.com

Seus pensamentos foram traduzidos para sua proposta por escrito, “a questão do fragmento na arquitetura é muito importante, pois pode ser que apenas as ruínas, expressam um fato completo … eu estou pensando de uma unidade ou um sistema, composto exclusivamente por remontagem dos fragmentos. “

Ao olhar para os dois cemitérios mencionado acima, Rossi assumiu a fragmentos de composição formal encontradas dentro de cada um deles, transformando ou reduzindo elementos específicos para ser representado no seu próprio plano.

Cortesía de madrid2008-09.blogspot.com

Para definir o lugar, Rossi usou um muro semelhante ao encontrado no cemitério da costa. “The House of the Dead” é um grande bloco com uma série de perfurações. É desprovido de janelas e telhado. Semelhante ao rastros deixados por um antigo prédio em ruínas. Depois dele, há uma seqüência de paralelepípedos, que estão aumentando sua altura, em um triangular. Como costelas fragmentadas, sem coluna central. A composição termina em um grande cone, que contém o túmulo.

© Flickr: username- olga s

O cemitério de Aldo Rossi, sem tetos, pisos, janelas ou portas, são aberturas simples podem adquirir os diferentes usos. Esteticamente, algumas pessoas podem achar isso mais ou menos atraente, mas importante é que aqui, o arquiteto milanês consegue encontrar uma maneira de fazer arquitetura metafísica, onde o visitante é confrontado com a idéia da morte inevitável.

Arquiteto: Aldo Rossi
Localização: Modena, Itália
Ano: 1971

Fotografias: Flickr: username-guiba6, Flickr: username- miscellamyous, Flickr: username- olga s, MoMa, madrid2008-09.blogspot.com

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