A artista Jim Rosenau se especializou em fazer estantes feitas de livros antigos. Afinal, o que pode ser melhor para guardar livros que os próprios livros? As peças estão à venda no site dela. |
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Estantes de livros, para livros
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Tensoestruturas
Indicados para grandes vãos livres, tecidos técnicos mostram ser boa solução para resolver aspectos funcionais, estéticos e estruturais
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"O uso moderno das tensoestruturas é bem recente, foi o último tipo de sistema que aprendemos a calcular. Até cerca de três décadas atrás, havia alguns cálculos analíticos, mas eram para formas muito limitadas, como conóide hiperbólico, por exemplo. Não se sabia calcular outras formas. Mas, paradoxalmente, as tensoestruturas são um dos sistemas mais antigos", conta Ruy Marcelo de Oliveira Pauletti, professor do Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações da Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), em referência à utilização desse tipo de estrutura há mais de 2 mil anos por povos nômades do Saara, Arábia e Irã, que montavam abrigos desmontáveis com peles de animais, e, posteriormente, pelos romanos, que cobriam teatros e anfiteatros com tecidos feitos de velaria.
As estruturas tensionadas são basicamente compostas por três elementos: membranas, estruturas metálicas (em forma de mastros e masteletes) e cabos de borda. Todos têm a característica de serem portantes, participando ativamente da composição estrutural. "Este tipo de sistema estrutural compreende sistemas de cabos e membranas, materiais flexíveis que devem assumir formas específicas para equilibrar as forças sem flexão. É isso que dá essas características sempre curvas às coberturas, porque para se ter um carregamento transversal, seja de peso ou de vento, a membrana tem que assumir uma curvatura", explica Pauletti.
Boa opção também para construções temporárias, estrutura tensionada foi utilizada para o palco do Rock in Rio, em 2000, que tinha 88 m de diâmetro e 46 m de altura e utilizou 200 t de aço e 11 km de membrana
Tipos de membranas e suas características
As membranas usadas nas estruturas tensionadas são conhecidas como tecidos técnicos e incorporam propriedades especiais. No Brasil, as mantas mais utilizadas são as de tecido composto por fios de poliéster revestido com PVC.
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O conforto térmico e acústico das construções pode ser alcançado também por meio de soluções de projeto, já que a própria concepção das tensoestruturas sugere formas abertas. Execução de lanternins do tipo chapéu, ventilação cruzada e redução das reflexões internas melhoram o desempenho desses espaços. Uma solução comum é criar o efeito chaminé, que, em razão da diferença de pressão do ar, provoca renovação contínua, favorecendo o conforto térmico. Mas, além de protegerem do sol e da chuva, as membranas, dotadas de transparência, permitem a passagem da luz natural, de maneira difusa, promovendo um ambiente agradável com economia de energia. As membranas de poliéster/PVC conseguem coeficientes de transmissão de luz que variam de 3% a 20%.
Vale lembrar que o próprio formato da cobertura pode favorecer a acústica e o desempenho térmico do local. "Por exemplo, em termos de acústica, se a cobertura for usada para um palco, ela pode ter uma concavidade para o som ir e voltar", lembra Rita Bose, engenheira civil e sócia da Tecno Staff Engenharia e Estruturas. "Mas, em casos especiais, há soluções técnicas também. Uma delas é a colocação de uma membrana perfurada para acústica. Quanto ao conforto térmico, pode-se fazer o jateamento de poliuretano na membrana ou até mesmo colar uma membrana de poliuretano na cobertura", completa.
Terraço do Paddock do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, é coberto por estrutura tensionada com 5,25 mil m² de tecido |
Teleférico vai atravessar o rio Tâmisa, em Londres
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Curso de Maquete Didática - apostila


segunda-feira, 18 de abril de 2011
O Mundo Mágico de Escher chega a São Paulo
Escadas e degraus que sobem e descem. Planos que desafiam nosso olhar há décadas… O jogo lúdico que encanta gerações e torna o artista um dos mais populares chega a São Paulo, nesta terça-feira 19 de abril, reinventado em outros suportes, o Mundo Mágico de Escher, para comemorar os 10 anos de atuação doCCBB-SP. Essa é segunda maior mostra da obra do artista holandês já realizada no País, reunindo 95 obras, entre gravuras originais e desenhos, incluindo todos os trabalhos mais conhecidos do artista e suas obras mais enigmáticas.


Projeções em 3D turbinam a viagem
Através delas, o público experimenta a sensação de penetrar nas obras de Escher, e quebra a cabeça para entender como o artista conseguia subverter o plano. Múltiplas sensações…

Lá é possível até entrar em uma das obras de Escher e desvendar algumas de suas técnicas. O quebra-cabeça gigante, que trabalha o branco e o escuro, traço característico e marcante do gravurista; a Sala do Periscópio, com o poço infinito; e a Sala do Impossível, onde uma das janelas mostra tudo em ordem, enquanto na outra, os objetos aparecem flutuando.
Veja outras exposições já realizadas pelo CCBB:
Cora Coralina: uma poetisa no coração do Brasil
Um pedaço do Islã no Brasil, agora, em São Paulo
Em Brasília, as embaixadas do Planeta Bola de Eder Santos
Saiba mais no IG:
A arte matemática de M. C. Escher
O Mundo Mágico de Escher
Até 17 de julho de 2011
Local: CCBB-SP
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112, Centro/ Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Horário: terça a domingo, das 9h às 20h
Classificação: Livre
Entrada Franca
sábado, 16 de abril de 2011
Arquitetos Ingleses desenvolvem casa feita de maconha
Como criar uma casa que não tenha nada de carbono, suporte furacões e oscilações intensas de temperatura e ainda crie um bom buzz no mundo? Usando maconha.
Bem, fibra de maconha e palha, na verdade. Esse é o projeto BaleHaus que foi feito por arquitetos da Universidade de Bath, na Inglaterra, em conjunto com o escritório de arquitetura Modcell.
Os pesquisadores afirmam que a mistura desses dois elementos "estranhos" é forte o bastante para resistir a furacões e versátil para as oscilações de temperatura. Foram seis meses de pesquisa até a casa modelo ser construída.
Só esperamos que a casa não pegue fogo…
Tags: Construção, Maconha, Modcell, Palha, Universidade de Bah
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andré brunckhorst
www.redeterra.ning.com
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Loft
segunda-feira, 11 de abril de 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Árvores do Paquistão
O que aconteceu com essas árvores do Paquistão? Essas "redes" em volta das árvores do Paquistão tem como razão as fortes enchentes que o país sofreu por esses meses. Como as chuvas se conectam nisso? Pode parecer estranho, mas é que quando choveu e os lagos começaram a subir demais, os animais passaram a procurar pontos mais altos para não morrerem afogados. Seguindo o extinto, milhões de aranhas subiram em árvores e começaram a tecer suas teias. Isso é o que a imagem mostra: Teias de aranha. Muitas teias de aranha. Mas tudo tem seu lado bom: A população da província de Sindh sofria com a malária, doença que diminui muito por conta dos mosquitos presos nas teias. Encaminhando de eco4planet.com |
sábado, 9 de abril de 2011
E por falar em China...
Em contrapartida ao post anterior veja este TEMPO de uma construção chinesa...
O invejável crescimento chinês pode ser medido não só pela expansão acelerada do PIB,mas também por critérios educacionais (formação em série de PhDs) e investimentos em tecnologia (a China lidera agora a lista dos mais velozes supercomputadores do mundo).
O vídeo acima narra a incrível construção em 46 horas da estrutura de um edifício de 15 andares. Os chineses levaram mais 90 horas para terminar o acabamento do prédio, como instalar portas e janelas.
Numa cidade como São Paulo, uma construtora gasta 46 horas só em filas na prefeitura para aprovar a planta. E outras 90 para obter o Habite-se.
por Felipe Zmoginski in: info.abril
ENGENHEIROS E ARQUITETOS MADE IN CHINA
Recebi esta mensagem de uma amiga... IMPRESSIONANTE...
Edifício de 13 andares caído inteiro no chão.Onde? Na China. |



O edifício começou a se inclinar e tombou.


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